Nelson
O texto da Folha " A VIDA SECRETA DE SEUS FILHOS" foi indicado a você por Nelson.
Publicado na Folha de S.Paulo do dia 17 de Janeiro de 2012 | |
1/17/2012
Internet seus perigos II
Diante do retorno positivo sobre o tema da semana passada, posto hoje matéria do caderno Equilíbrio da Folha de S. Paulo, páginas 4,5 e 6. Boa Leitura!
1/11/2012
INTERNET E SEUS PERIGOS PARA NOSSOS FILHOS
Internet e seus perigos para nossos filhos
Ana Lucia Bedicks
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Nessa última semana de julho de 2010, durante a maior operação contra a exploração, abuso sexual e pedofilia no Brasil, a Polícia Federal fez um número recorde de prisões. Infelizmente o Brasil está em 4º lugar entre os países que mais compartilham arquivos de pedofilia pelo computador, o que mostra o risco que nossas crianças, pré-adolescentes e adolescentes correm.
A Internet e o computador são ferramentas imprescindíveis no mundo de hoje para informação, educação, comunicação e lazer. Aliás, você não estaria lendo esse artigo on-line se não fosse pela Internet. Mas infelizmente ela também traz seus problemas, como o que foi noticiado em toda a mídia essa semana. Em outros tempos podíamos proteger nossos filhos dos pedófilos trancando as portas de nossas casas, mas hoje isso não é mais possível. Eles podem estar na nossa sala de estar, nos nossos quartos ou em qualquer cômodo onde estivermos on-line. Não podemos simplesmente nos desconectar do mundo real ou virtual, pois isso nem seria bíblico, como Jesus mesmo disse em João 17:15 “Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno.”
Temos que crer que nosso Deus nos protege do mal e nós precisamos fazer a nossa parte protegendo nossos filhos e ensinando-os a se protegerem. A Bíblia nos diz que o mundo todo está sob o poder do maligno, mas que nós somos de Deus (1 João 5:19) e por isso temos esperança e sabemos que ele está conosco.
Numa das reportagens publicadas essa semana no jornal “O Estado de São Paulo”, lemos estarrecidos o perfil dos pedófilos presos: “Na maior parte, os vilões são homens adultos e instruídos, com padrão de vida razoável a bom.” Um adulto instruído tem informações, conhecimento e argumentos suficientes para atrair nossos filhos nas redes sociais e de mensagens instantâneas, como chats e MSN sem despertar qualquer suspeita. De um lado do computador temos um vilão preparado e do outro lado temos crianças inocentes e totalmente despreparadas, as presas ideais.
Em outro trecho da mesma reportagem são citadas “situações quase impensáveis, como de padres, pediatras e professores abusando de crianças.” Pessoas que trabalham muito próximo às crianças e que em tese seriam cidadãos acima de qualquer suspeita. Precisamos vigiar sempre e ninguém está acima de qualquer suspeita, até que se prove o contrário. Mas em meio a tantos perigos, o que podemos fazer para proteger nossos filhos?
Algumas dicas práticas são:
É importante lembrar que se seu filho cair em alguma dessas armadilhas ele é a vítima e não o culpado, mesmo que você já o tenha alertado antes. O culpado e criminoso é o adulto que assedia a criança. Seu filho precisa de seu apoio e de seu amor para ter a segurança de lhe pedir ajuda e proteção se for vítima desse tipo de crime.
Ana Lucia Bedicks
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1/06/2012
Existe Vida em Família em Meio aos Escombros da Cracolândia
| O texto da Folha " do crack Escombros que eram habitados por usuários da droga revelam traços de paixão e vida familiar " foi indicado a você por Nelson. Publicado na Folha de S.Paulo do dia 06 de Janeiro de 2012 |
1/03/2012
DEUS NUNCA DESISTE DE NÓS
“Mas tu és um Deus perdoador,
um Deus bondoso e misericordioso, muito paciente e cheio de amor. Por isso não
os abandonaste.” Neemias 9:17b
Acabo
de chegar de Belo Horizonte, minha sogra está em estado grave de saúde, proveniente
de em câncer que já se espalhou pelo corpo, fomos ás pressas,pois segundo o
médico, pode partir a qualquer hora,
talvez quando você estiver lendo este
artigo ela já tenha partido. Minha sogra já vivia em Belo Horizonte a cerca de 3 anos, era voluntária num projeto social de
uma Igreja, atualmente mora numa
estância que pertence ao projeto, chegando lá tirei algumas lições, a
partir do lema da estância, “Deus nunca desiste de você.”
Quando olho para o texto bíblico citado acima, vejo que o povo de Israel, havia
errado, mas Deus não os abandonava, pensando nisso, quero nesta coluna homenagear minha sogra,
Lidia Gomes e todas as mães solteiras lutadoras que com garra e sacrifício,
sozinhas criaram ou criam seus filhos. Lidia nasceu em lar cristão, se desviou,
apanhou da vida e criou sozinha dois filhos, a certa altura voltou, crendo que
Deus não havia desistido dela, hoje em meio as dores e a debilidade que o câncer trouxe, sei que
talvez seu maior legado para todos nós seja, Deus nunca desiste de nós, afinal
hoje toda sua família hoje serve
a Deus.
Penso que é na
família, que esta manifestação de Deus,
se apresenta de maneira clara, as pessoas podem nos julgar, se afastar de nós,
mas é em família que na maioria das vezes somos acolhidos, e é ali que a graça de Deus se manifesta de
maneira clara quando somos acolhidos,
amados e disciplinados.Quero deixar claro que não desistir não é ser conivente, mas amar e buscar de maneira
prática ajudar a pessoa a mudar de vida, John Powell disse o seguinte,
“Devemos tentar aprender quem realmente
somos e não dizer quem realmente deveríamos ser”, honestidade é fundamental
neste processo. Na verdade, somos
confrontados a sair de nosso “auto-engano”,
ou seja, quando temos a visão
distorcida de nós mesmos, ou não enxergamos quem de fato somos, ou achamos que
os outros não enxergam nossos defeitos. Por isso que é prioritariamente em família que ouvimos o que os outros não tem coragem de dizer sobre nós, mas precisa ser dito, e é na
família que somos confrontados para mudança de vida.
Creia que inobstante a nossas falhas e defeitos, Deus nunca vai desistir de nós, e que
saibamos que é na família que vamos experimentar isso de maneira prática,
afinal Deus nos usa para que em família
possa mostrar sua graça e de maneira prática sempre nos dizer. “EU NUNCA VOU
DESISTIR DE VOCÊ.
12/27/2011
MATÉRIA FOLHA DE SÃO PAULO- A DOR DOS OUTROS
Aqui vai matéria da Folha de São Paulo publicada hoje sobre quando um diagnóstico difícil chega a família e como lidar com a situação.
Nelson Domingues
Publicado na Folha de S.Paulo do dia 27 de Dezembro de 2011 |
12/21/2011
A LEI E A PALMADA
A LEI E A PALMADA
Penso que há um equívoco nesta lei, em primeiro lugar porque
revela a ingerência do Estado na educação dos filhos, responsabilidade essa que
é exclusiva dos Pais. A disciplina é uma questão em que cada família deve refletir,
ou melhor, os pais devem definir seus padrões, a própria Bíblia nos alerta para
a necessidade do uso da disciplina, em Provérbios 29:17 e o próprio uso da vara
“A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha
a sua mãe”Prov. 29:15. Na minha visão, entendo que a utilização da vara, ou
disciplina física somente deva ser utilizada no terceiro estágio. O primeiro é
o do diálogo e alerta, o segundo o chamado “castigo” que envolve a punição
através de proibição de fazer algo que gosta por um determinado tempo e em
último caso a disciplina física.
Entendo que existem abusos em alguns casos, geralmente
quando os dois primeiros estágios são pulados e a repreensão, acaba sendo
abusiva em virtude da raiva e o próprio descontrole dos pais diante dos fatos, isso e perigoso.
Mas faço outro alerta, e ai está o segundo motivo porque não concordo com a
lei, existe também a violência psicológica, geralmente dói mais que a física, quando
os pais humilham os filhos diante de outras pessoas para mostrar sua “autoridade”,
ou dizem palavras que podem machucar os filhos, inclusive causando marcas
profundas na alma dos filhos.
Portanto acho que a lei é demagógica e invasiva, creio que o
Estado deveria sim investir recursos para cursos de auxílio aos pais na educação
de filhos, pois assim trabalhariam com a prevenção, em vez da punição direta, proporcionando assim uma possibilidade de
auxílio teórico aos pais na educação dos filhos, neste sentido a OIKOS SP dá assessoria
a Igrejas proporcionando ferramentas aos pais na educação dos filhos, com isso se coibiria os abusos, tanto físicos como emocionais, aliás, segundo a psicóloga
Maria Teresa Maldonado, nos preparamos para tudo na vida, menos para aquilo que
é o mais importante, a educação dos nossos filhos.
12/17/2011
NATAL, CELEBRAÇÃO E SOLIDARIEDADE
NATAL, CELEBRAÇÃO E
SOLIDARIEDADE
Creio que todos nós estamos experimentando o clima da
chegada do Natal, é impossível não vivenciar esta época do ano, é só olharmos
para a decoração da cidade, as luzes, os enfeites nas lojas, festas de
confraternização nas empresas e casas enfeitadas anunciando a chegada do Natal.
Penso que no Natal temos dois aspectos a serem considerados, um social e outro
religioso, chamaria de social, o evento, e o que a meu modo de ver tem seu
valor, que é a ceia e a família reunida em torno da mesa, acredito que para a
sociedade como um todo o Natal tem este aspecto e esse papel, de reunir a
família. E isso até certo ponto faz sentido,
afinal Natal é celebração, e não existe lugar melhor para celebra vida do que
em família, afinal a vida é cheia de dualidades, vitórias e derrotas nos
acompanham e é na família que isso se torna mais real, pois é lá que somos o
que somos realmente. A celebração do Natal muitas revela essa dualidade da
vida(ganhos e perdas),quem de nós em nossas
ceias de Natal já não sentiu a falta de alguém que partiu, mas por outro lado e talvez na mesma ceia
celebramos a chegada de alguém na família. Isso revela que é na família que
vivenciamos as maiores alegrias e tristeza, é neste ambiente que devemos
celebrar a vida, pois mesmo em meio às lutas e alegrias, estamos juntos.
O
segundo aspecto é o aspecto religioso, na verdade essa divisão é didática, pois
para mim elas se entrelaçam evidentemente para nós, cristãos ele é claro, o
sentido real do Natal é o nascimento do nosso Salvador, e diante disso creio
que Natal nada mais é do que solidariedade afinal no Natal celebrou o repartir,
é Deus repartindo vida. Por isso penso que o Natal em família pode e deve acontecer
como um evento festivo ao redor da mesa, mas acho que podemos ir além, devemos
vivenciar a solidariedade em família. Natal é uma oportunidade de repartir, pode
ser algo material, e se puder o faça, mas também podemos programar uma visita a
uma família carente, a um asilo, a uma creche, a um hospital, convidar uma
viúva para cear conosco, enfim quando fazem isso repartimos vida, Jesus mesmo
nos ensinou que mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. Minha sugestão ,
é que se faça isso como família, não em ações isoladas, mas sim juntos, que seja doando algo, ou visitando alguém,
tenhamos a consciência que é Natal, e que o mais importante é viver o que Jesus
ensinou, reparta, pois ele repartiu a vida dele com todos nós. Viva um Feliz e
Solidário Natal em Família.
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